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	<title>Access Exemplos &#187; Relações</title>
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		<title>Relacionamentos numa base de dados</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 17:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chaves primárias]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ter estabelecido diferentes tabelas para cada assunto na sua base de dados, você precisa de uma maneira de informar ao Microsoft Access como reunir novamente essas informações. O primeiro passo nesse processo é definir os relacionamentos entre as suas tabelas. Depois de ter feito isso, você pode criar consultas, formulários e relatórios para exibir informações provenientes de várias tabelas de uma vez.</p>
<p>Como funcionam os relacionamentos?</p>
<p>Um relacionamento um-para-muitos<br />
O relacionamento um-para-muitos é o tipo mais comum de relacionamento. Num relacionamento um-para-muitos, um registo na Tabela A pode ter muitos registos coincidentes na Tabela B, mas um registo na Tabela B tem um só registo coincidente na Tabela A.</p>
<p>Um relacionamento muitos-para-muitos<br />
Num relacionamento muitos para-muitos, um registo na Tabela A pode ter muitos registos coincidentes na Tabela B, e um registo na Tabela B pode ter muitos registos coincidentes na Tabela A. Esse tipo de relacionamento só é possível definindo-se uma terceira tabela (denominada tabela de associação) cuja chave primária consista em dois campos as chaves estrangeiras provenientes tanto da Tabelas A como da B. Na verdade, um relacionamento muitos-para-muitos são dois relacionamentos um-para-muitos com uma terceira tabela. Por exemplo, a tabela Pedidos e a tabela Produtos têm um relacionamento muitos-para-muitos que é definido criando-se dois relacionamentos um-para-muitos para a tabela Detalhes do Pedido.</p>
<p>Um relacionamento um-para-um<br />
Em um relacionamento um-para-um, cada registo na Tabela A pode ter somente um registo coincidente na Tabela B, e cada registo na Tabela B pode ter somente um registo coincidente na Tabela A. Esse tipo de relacionamento não é comum, pois a maioria das informações assim relacionadas estaria em uma só tabela. A utilização de um relacionamento um-para-um é recomendada quando você deseja dividir uma tabela com muitos campos, isolar parte de uma tabela por segurança ou armazenar informações que se apliquem somente a um subconjunto da tabela principal. Pode ser que você queira, por exemplo, criar uma tabela para registar os funcionários que participam de um jogo de futebol para levantamento de fundos.</p>
<p>Definindo relacionamentos<br />
Você define um relacionamento adicionando as tabelas que deseja relacionar com a janela Relacionamentos e, em seguida, arrastando o campo chave de uma tabela e soltando-o no campo chave da outra tabela.<br />
A espécie de relacionamento que o Microsoft Access cria depende de como os campos relacionados são definidos:<br />
• Um relacionamento um-para-muitos é criado quando somente um dos campos relacionados é uma chave primária ou tem um índice exclusivo.<br />
• Um relacionamento um-para-um é criado quando ambos os campos relacionados são chaves primárias ou têm índices exclusivos.<br />
• Na verdade, um relacionamento muitos-para-muitos são dois relacionamentos um-para-muitos com uma terceira tabela cuja chave primária consiste em dois campos  as chaves estrangeiras das outras duas tabelas.<br />
Observação Se você arrastar um campo que não seja uma chave primária e que não tenha um índice exclusivo para um outro campo que não seja uma chave primária e não tenha um índice exclusivo, será criado um relacionamento indeterminado. Em consultas que contenham tabelas com um relacionamento indeterminado, o Microsoft Access exibe uma linha de associação padrão entre as tabelas, mas a integridade referencial não é imposta e não há garantia de que os registos sejam exclusivos em cada tabela.</p>
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